sexta-feira, 7 de maio de 2010

CAPAZ



           Nunca abri mão do amor, mas tenho quase certeza de que ele abriu mão de mim. Talvez seja porque tenho uma grande capacidade de conformismo. É claro que sinto falta de borboletas no estômago, calafrios, noites insones... mas isto não é capaz de me derrubar.
            Sempre fiz o tipo romântica, apesar de não parecer. Para mim, um diamante pode ser mais efêmero do que uma rosa – não é hipocrisia. Passo longe de ser a mulher perfeita, nem mesmo sei se já sou uma mulher... tenho mais defeitos do que posso mensurar, mas, ao menos tenho o raro dom de sonhar e, apesar de todos os pesares, tenho vontade de amar... mas isto não é capaz de me derrubar.
            Talvez o destino fuja do meu caminho por enxergar uma inapetência de emoções. Talvez ele se esqueça que eu também preciso de alguém que aqueça meu coração e me faça perder a razão... mas isto não é capaz de me derrubar.
           Mas o que fazer se eu quero cair? Me perder nesse abismo... ficar à mercê da vontade de outrem. Quero ouvir meu coração bater e sentí-lo apanhar... Quero sofrer, morrer de amor... mas, quero amar! O que você está esperando, amor? Venha me derrubar!

6 comentários:

Rony disse...

Só pra constar, sempre leio seu blog tá!

Adolfo Payés disse...

Es todo un honor leerte siempre..

Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos de siempre..

Que tengas un bello fin de semana… mis mejores deseos.

Barbara C disse...

De todas as poesias de todos os textos ,acho que esse reflete seu eu-lirico,não?


Beijos

Anônimo disse...

Oi linda!
Amei teu cantinho... Depois volto com mais dedicações... Colibri.

Por que você faz poema? disse...

Viver é se permitir
o risco.

Gordinha disse...

Ei cadê postagem? Vamo menina preciso te ler!

Bjs!
=D

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